Luiz Gadelha, cantor, compositor e multiartista potiguar atua no cenário artístico há mais de 30 anos. Com vários álbuns musicais lançados do seu trabalho solo, assim como álbuns do seu trabalho junto com Simona Talma - a banda Talma&Gadelha - tem forte presença na cena potiguar autoral passando pelos palcos dos principais festivais de música do país como o Festival Mada, Feira da Música de Fortaleza, Festival Bananada, Rock Cordel, Festival DoSol (Natal, Caicó, Mossoró, Santa Cruz, Currais Novos - RN) Grito Rock Maceió e João Pessoa, Feira Noize (Feira de Santana BA) e Festival Suiça Baiana (Vitória da Conquista- BA), Festival Coma e Festival Morrostock. Participação em projetos como “Prata da Casa” no SESC Pompéia (SP), BNB Cultural em Souza (PB) e Fortaleza (CE), além de shows independentes em João Pessoa (PB), Recife (PE), Fortaleza (CE), Serrana (SP), Mossoró (RN), São Paulo e centenas de shows em Natal (RN) incluindo no projeto Música no Ar, onde a banda convidou a cantora Wanderléa como participação do show, no teatro Riachuelo (Natal). Luiz Gadelha assina diversas trilhas sonoras originais para teatro e cinema. Grupos teatrais como o Grupo Estandarte de Teatro, Grupo Beira de Teatro, Grupo Carmin, Coletivo Atores à Deriva, Cia Torta de Teatro, Cia Monicreques, Grupo Manacá de Teatro e o espetáculo do bailarino e ator Àlvaro Dantas “O menino que desaprendeu a dançar” têm composições de Gadelha, assim como os Autos de Natal da Prefeitura de Natal nos anos de 2008 e 2009. Para o audiovisual, Luiz Gadelha imprimiu sua marca como compositor no filme “Viva o Cinema Brasileiro” de Buca Dantas, no curta metragem “Ainda não lhe fiz uma canção de amor” do cineastra Henrique Arruda, no documentário “Gente que faz história” do diretor Jorge Andrade e em parceria com o músico Rafael Teles no curta de animação “Lagrimar” da cineasta Paula Vanina, esse acumulando prêmios como melhor trilha sonora desde o seu lançamento em 2024. Ainda como compositor, Luiz Gadelha construiu parcerias musicais com diversos outros compositores e compositoras potiguares como Simona Talma, Valéria Oliveira, Khrystal, Ângela Castro, Anderson Foca (dentre outros), os baianos Sylvia Patrícia, Andrea Martins e Jajá Cardoso, passando pelos paulistas Andreia Dias, Chuck Hipolitho e Alexandre Machado.
segunda-feira, 14 de setembro de 2026
Luiz Gadelha, resumo de 30 anos de carreira
Luiz Gadelha, cantor, compositor e multiartista potiguar atua no cenário artístico há mais de 30 anos. Com vários álbuns musicais lançados do seu trabalho solo, assim como álbuns do seu trabalho junto com Simona Talma - a banda Talma&Gadelha - tem forte presença na cena potiguar autoral passando pelos palcos dos principais festivais de música do país como o Festival Mada, Feira da Música de Fortaleza, Festival Bananada, Rock Cordel, Festival DoSol (Natal, Caicó, Mossoró, Santa Cruz, Currais Novos - RN) Grito Rock Maceió e João Pessoa, Feira Noize (Feira de Santana BA) e Festival Suiça Baiana (Vitória da Conquista- BA), Festival Coma e Festival Morrostock. Participação em projetos como “Prata da Casa” no SESC Pompéia (SP), BNB Cultural em Souza (PB) e Fortaleza (CE), além de shows independentes em João Pessoa (PB), Recife (PE), Fortaleza (CE), Serrana (SP), Mossoró (RN), São Paulo e centenas de shows em Natal (RN) incluindo no projeto Música no Ar, onde a banda convidou a cantora Wanderléa como participação do show, no teatro Riachuelo (Natal). Luiz Gadelha assina diversas trilhas sonoras originais para teatro e cinema. Grupos teatrais como o Grupo Estandarte de Teatro, Grupo Beira de Teatro, Grupo Carmin, Coletivo Atores à Deriva, Cia Torta de Teatro, Cia Monicreques, Grupo Manacá de Teatro e o espetáculo do bailarino e ator Àlvaro Dantas “O menino que desaprendeu a dançar” têm composições de Gadelha, assim como os Autos de Natal da Prefeitura de Natal nos anos de 2008 e 2009. Para o audiovisual, Luiz Gadelha imprimiu sua marca como compositor no filme “Viva o Cinema Brasileiro” de Buca Dantas, no curta metragem “Ainda não lhe fiz uma canção de amor” do cineastra Henrique Arruda, no documentário “Gente que faz história” do diretor Jorge Andrade e em parceria com o músico Rafael Teles no curta de animação “Lagrimar” da cineasta Paula Vanina, esse acumulando prêmios como melhor trilha sonora desde o seu lançamento em 2024. Ainda como compositor, Luiz Gadelha construiu parcerias musicais com diversos outros compositores e compositoras potiguares como Simona Talma, Valéria Oliveira, Khrystal, Ângela Castro, Anderson Foca (dentre outros), os baianos Sylvia Patrícia, Andrea Martins e Jajá Cardoso, passando pelos paulistas Andreia Dias, Chuck Hipolitho e Alexandre Machado.
terça-feira, 7 de maio de 2024
Luiz Gadelha lança o EP "Superficial"
"Ser profundo dói, melhor nos entreter. Pra quê se comover? Pra que se emocionar?"
Esse é o primeiro trecho da canção que abre o EP "Superficial". A canção que dá nome ao trabalho já inicia lançando uma questão que permeia o nosso tempo: estamos mais sensíveis ou estamos mais frios? Como consumidores de arte e entrenimento estamos absorvendo conteúdos com mais rapidez e esses conteúdos estão nos preenchendo? Estão realmente nos entretendo?
As perguntas não param e a canção "Superficial" não encerra as questões sobre essa panela de pressão que se aquece em cada um de nós. Com a rapidez das informações, a rap
idez das respostas, a rapidez dos comentários, estamos sem tempo pra sentir, pois sentir requer pausa, reflexão, autoconhecimento e leveza.
Nesse EP "Superficial" Luiz Gadelha mais uma vez se põe à mostra com suas inquietações. A canção "Lágrimas Sem Sal" que dá sequência ao EP expõe uma fragilidade de sua alma. Luiz Gadelha se questiona ao mesmo tempo que afirma que pode (ou que deveria) ser exatamente o que se é, ignorando julgamentos externos - "Reprimido/Devo ser/Porque es asi/Comprimido/Pode ser/Everthing I feel" - assim como também assume suas limitações pra que seja um ser pleno.
E como forma de enfrentar medos e auto cobranças a canção "Como un barco" inaugura a ousadia de Gadelha como compositor em escrever em outro idioma. A canção "Como un barco" escrita em espanhol também expõe as questões mais profundas de sua alma mas com um viés voltado ao momento presente. Já que nada é constante nessa vida, a canção relata o momento atual que Luiz Gadelha se encontra e acima do que poderia ser uma reclamação, "Como un barco" é uma letra que fala sobre resiliência.
Encerrando o EP a canção semi concretista "Todes" traz os pronomes e adjetivos neutros mais usados pela comunidade não binária. Luiz Gadelha acredita que abordar a questão da não binariedade é ampliar nosso conhecimento a respeito do outro, de ser ser humano e como consequência nos conhecer. Ainda existe um incômodo por parte da sociedade em reconhecer a adoção de pronomes e adjetivos não binários como se isso fosse destruir o nossa maneira de viver ao invés de incluir uma comunidade e assim todos se reconhecerem.
O EP "Superficial" conta com 4 faixas e foi todo produzido no home estúdio de Luiz Gadelha, por ele mesmo, com arranjos eletrônicos que complementam em forma de sons, tudo que é dito nas letras de cada faixa. A mixagem, a masterização e a arte da capa do EP também foi executada por Luiz Gadelha.
Ouvir
domingo, 6 de junho de 2021
sábado, 27 de fevereiro de 2021
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021
VLG 23 está no ar! Parece que inspiração voltou!
Quem sabe deixando um pouco nossos problemas de lado e estendendo à mão podemos fazer um mundo melhor?
Assista agora o VLG 23 - Como anda a produção de "Isso não é um problema" clicando AQUI!
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021
Terminei de ler "A Realidade de Madhu", livro de Melissa Tobias
sexta-feira, 29 de janeiro de 2021
Não está sendo fácil, Kátia! Vídeo novo lá no YouTube
Eu sentei na frente da câmera, fiquei em silêncio um pouco, fiz umas caretas, reclamei dentro da minha cabeça e comecei a contar um pouco sobre esse momento onde tudo tá parecendo pouco produtivo ou um momento onde nada sai como eu quero, como eu planejo. Eu não tinha roteiro pra lançar um vídeo no canal do YouTube essa semana, achei que não conseguiria e tudo bem, ia ser isso. Essa semana sem vídeo. Mas deu certo. O improvável se mostrou provável mesmo num momento desfavorável.
O video novo está no ar e saiu hoje. VLG 22 "Não está sendo fácil, Kátia" mostra um pouco desse momento peculiar. Será que só eu estou me sentindo assim? Achando tudo chato?
O título é uma expressão interna, de mim pra mim mesmo, inspirada na música da cantora e compositora brasileira, Kátia que teve vários hits na década de 80. Eu sou fã de Kátia até hoje. Adorei escolher esse título e poder cita-la. Considero uma homenagem. Então é isso! Vamos assistir ao vídeo agora? Só CLICAR AQUI NESSE LINK
Ah, se puder, deixa um comentário abaixo do vídeo, lá no canal! Deixa o seu 👍 pra que o YouTube indique esse vídeo e o canal pra mais pessoas. Se gostar do conteúdo se inscreva no canal! 💕
quarta-feira, 27 de janeiro de 2021
segunda-feira, 25 de janeiro de 2021
A Realidade de Madhu - Livro de Melissa Tobias
sexta-feira, 22 de janeiro de 2021
VLG 21 - Um peixe que perdeu a graça fora da água + À deriva (Cover) + Sarau Virtual das Cores
vídeo novo lá no canal do YouTube (CLICA AQUI PRA ASSISTIR)
Este vídeo é um vídeo livre, sem abertura, sem apresentação, apenas expressando sentimentos e idéias. Assistindo uma matéria na TV sobre uma historiadora baiana ao visitar a casa dos avós e da sua infância, das brincadeiras no quintal com outras crianças; automaticamente lembrei da minha infância que tinha muita similaridade. Em seguida veio um pensamento sobre eu não ter filhos e não ter netos e não sendo avô, não existirá a casa do avô pra onde os meus filhos e netos irão visitar ao longo da vida. Senti necessidade de escrever um texto e assim publicar no meu blog (http://lgadelha.blogspot.com) e veio em seguida a idéia de ler esse texto o qual chamei de "Um peixe que perdeu a graça fora da água" no vídeo, com imagens que captei do próprio estúdio e do momento que estava gravando à leitura do texto. No início do vídeo eu mostro uma sequência de fotos que contam o meu processo de uma pintura com tinta acrílica sobre tela, numa tentativa de ter um momento lúdico e prazeroso chegando ao resultado final. Lembrei da canção - que me toca profundamente, sendo uma das mais lindas que já ouvi - "À deriva" de Andrea Martins e gravada pela sua banda "O Canto dos Malditos Na Terra do Nunca", quis canta-la pra ilustrar o vídeo. Sempre quis cantar "publicamente" essa música, mas ao tentar canta-la sozinho, sempre caía no choro. Dessa vez apenas todos os pelos do meu corpo se arrepiaram e minha emoção voou alto. Encerro o vídeo convidando à todes para assistirem dia 29 de janeiro, aqui no Youtube, o Sarau Virtual das Cores onde cantarei 3 canções autorais. Para mais informações dá uma passada no meu blog que lá tem tudo explicadinho.








