terça-feira, 28 de junho de 2016
Amando o "Amor Geral" de Fernanda Abreu
sexta-feira, 24 de junho de 2016
Novo suculento
Galera que acompanha nosso trabalho, estamos ensaiando com um novo guitarrista. Essas mudanças acontecem em todo trabalho. São percusos que cada um tem dentro de uma banda ou de outro trabalho artístico. Agora estamos de Suculento novo, Bruno Narciso, nos encontrando com ele pra ensaiar e afinar instrumentos, sentimentos e opiniões. Logo estaremos estreando com Narciso no palco e todo mundo vai poder conferir a sonoridade desse Suculento. O cara manda muito bem O.o Fiquem atentos à nossa agenda que logo divulgaremos as proximas datas de shows e atividades.
Estamos com saudades de vocês.
Sufocante no Spotify
sexta-feira, 10 de junho de 2016
Playlist com outras canções

quinta-feira, 12 de maio de 2016
domingo, 21 de fevereiro de 2016
Hominis Canidae: Luiz Gadelha e os Suculentos - Sufocante (2016)......
domingo, 14 de dezembro de 2014
Quando perco
Venho ao longo do ano conhecendo pessoas egoístas ou me permitindo a elas. Não por fazer vista grossa e não ver que o mundo é assim. Isso não vem ao caso. Mas o fato é que tentador ser egoísta e querer que sua própria vontade e às vezes sua única vontade prevaleça sem considerar que o outro tenha necessidades. Isso não é um julgamento e se fosse me julgaria bobo - nunca vítima - ingênuo demais. O que querem de alguém que tem o que dizer ao mundo - e diz - é estarem por perto e consciente ou inconsciente, lhe sugarem o que possivel for. Isso queima como vela acesa. Assim como a vela, a chama acaba. O glamour é um mito e de perto fica apenas o trivial: roupa e louça pra lavar, problema na família, dificuldade financeira, dificuldade pra dormir... então essa é a hora de desistir daquilo que imaginou ser difícil o acesso. Hora de inventar um motivo, convencer numa desculpa que "as coisas não são tão simples como a gente pensa". As coisas são exatamente simples como se pensa, caso contrário não teria havido nenhuma iniciativa pra uma aproximação qualquer. Eis o exercício que faço e que não vejo ser correspondido: me colocar no lugar do outro e que isso me faça mudar de postura e atitude. Afinal eu quero crescer, ser feliz e não vestir o uniforme de covarde. Um uniforme vermelho, que é o pior, das pessoas que têm medo do amor como se fosse o pior dos trabalhos braçais... se colocasse a mente pra pensar ia ver que é uma atividade prazerosa que o único esforço é de sorrir de manhã cedo e querer ir ao cinema vez ou outra. Já faz muito tempo a adolescência mas dela ficou a minha capacidade de sonhar. Sonhar em não ser tantas vezes descartavél ou como uma faixa de música que é trocada por outra mais animada. Sei que o tempo cura mágoas mas as mágoas nos mantém firmes por um tempo pra que chegar em um novo estágio que não cabem mágoas e nem nada que não seja positivo. E não há outra alternativa e não há conselhos pra alguém que é viciado em amor, mesmo aquele que lhe fará meu tempo ser desperdiçado, afinal, o meu tempo é pra isso. Eu sempre ganho quando perco.
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Ser rio
L.G.

